quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A turma do Varadouro

Atrás: Toinho Alves, Alberto Furtado, Abrahin Farhat, Arquilau de Castro Melo e Luis. Na frente: Suede Chaves, Elson Martins e Sílvio Martinelo. (Foto de Edson Caetano)

Eles fizeram o que se poderia chamar de uma revolução. Na linguagem, no comportamento político, nos relacionamentos sociais, em tudo eles buscaram o avesso do que estava estabelecido. Na chegada do “progresso” defenderam os índios. No auge da pecuária gritaram em favor da floresta. No crescimento da urbanização falaram de seringueiros. No frenesi do capitalismo deram valor aos pobres. Em meio aos letrados assumiram a fala dos analfabetos. Fizeram, assim, um dos mais expressivos jornais da chamada imprensa alternativa do Brasil, o histórico Varadouro. Vinte anos depois, “o Acre” os reúne para lembrar e analisar o que passou. E para, à luz do passado, fazer o que sempre souberam fazer melhor: projetar o futuro.


Veja a entrevista coletiva no site da Biblioteca da Floresta: Link para entrevista

Um comentário:

  1. Timaço, melhor que meu internacional.Parabéns à todosacrianos. Ousar lutar ousar viver.
    visitem www.saitica.blogspot.com

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